quarta-feira, outubro 28, 2009


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belo
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(and for the ladies...take a look on the other side)

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estará de volta? http://ohomemqueanda.blogspot.com/


eu gostava, e muitos gostavam, mas o gajo é esquisito...

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terça-feira, outubro 20, 2009

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she's back..


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segunda-feira, outubro 19, 2009

este post, foi copiado do blogue http://fontedeletras.blogspot.com/ e achei que devia colá-lo aqui no meu, cá fica:


"sábado, 17 de outubro de 2009

Os editores que matam as livrarias tal como Caim matou Abel.
Dia 19 de Outubro é o dia em que o novo livro de José Saramago, Caim (Editorial Caminho - Grupo Leya), é posto à venda nas livrarias - assim foi comunicado aos livreiros e assim é divulgado no blog da revista Ler http://ler.blogs.sapo.pt/517769.html. No entanto, parece que não há nenhuma livraria no Alentejo que já tenha recebido o livro para ser posto à venda na 2ª feira. Mas, a Fonte de Letras presta aqui um serviço extra aos seus clientes, dizendo que hoje, dia 17, o livro já está à venda no Pingo Doce de Montemor, e provavelmente em muitos outros supermercados. Às vezes os desígnios dos criadores são difíceis de entender! "
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revisito o EP acima, porque gosto de revisitar, reviver, lembrar, escutar over and over again..e quanto mais o re-escuto, mais gosto dele. uma espécie de vontade de contrariar as novidades que todos os dias aparecem por aí. canções lindas. continua a ser a banda que melhor me enche as medidas. as letras, a voz, a melancolia, a música, são eles a tocarem bem. About Today, do mais tristinho, mas tão bela que até dói. e o mais estranho é que...não.
em breve irei "abrir outro ficheiro na net", com outro nome, outra cara, e mais escritas. em breve enviarei um mail aos amigos. se bem que...os meus em breves são por vezes lentos. in the mean time....
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domingo, agosto 30, 2009

anseio ter essa certeza.tenho a certeza que é muito mais do que o coração alcança, a mente prescruta, as minhas mãos procuram no escuro.anseio ter essa certeza.

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acabei de saber que alguém que conheci dos tempos da universidade, esses tempos da universidade...morreu. baque. bum. o quê..?!....a minha idade, mais coisa menos coisa...e por ser quem foi, a grande paixão da minha doce Sónia....imagens, imagens em flash, telefonei para longe contei a uma amiga, o que dizer senão em exclamação, parece que foi há tão pouco tempo que o encontrei, estava bem. Estar bem é condição para deixar de se estar bem e morrer de cancro quando menos se espera. Amanhã vou escrever-te.

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fruta passajada em especiarias aquecidas com sumo de laranja e mel. para adoçar a alma em noite morna de dia quente
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domingo, julho 26, 2009

domingo, julho 12, 2009

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Sr. Zé
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“Menina Sílvia, menina Sílvia…” chama o homem de negro sentado na mesa do café arrastando o Síííl, devagarinho e docemente, para a mulher atrás do balcão, ela escuta-o e desvia o olhar na sua direcção. “Está boa menina Sílvia, como está?” e o tom dele quase de súplica, olhar que clama por dois segundos de atenção, menina Sílvia, como os miúdos meigos quando anseiam que reparem neles. “Olá Sr. Zé” respondeu ela num sorriso, secando as mãos com um pano húmido, igual ao seu cabelo, suado e sem forma, levantando a cabeça para conseguir vê-lo melhor por detrás do balcão, “ Como é que está Sr Zé, está bom?” pergunta-lhe com simpatia e atenção feminina.

O Sr. Zé terá os seus setenta ou mais anos, está sozinho no café comendo um bolo e deve ser cliente habitual, a julgar pela forma como ele e a empregada se cumprimentam, o trato familiar e amigo dela, o jeito contumaz de a chamar, dele. Lembrei-me de algumas situações, não muitas é certo, que me aconteceram nos lares que visito, quando um idoso se aproxima de mim com desejo que nele repare, que lhe dê atenção, falando atabalhoadamente com receio que eu desapareça depressa, sorrindo-me muito com um olhar que me transporta para a imagem de alguém que assimilou muito pouco o uso da contemplação, um olhar muito pequenino e venturoso, risonho, de quem não levou a vida demasiado a sério ou cogitado muito sobre ela sequer, um olhar de quem está cá para o que der e vier, e ali está comigo e mal sabe quem sou, mas sorri porque sou visita, porque sabe que fui vê-los e onde vivem e eu num instante célere a olhar de volta para ele, olho no olho, sorrindo também e divisando como bom seria acabar assim os meus dias, de olhar miudinho e feliz em vida solta, subtraída de reflexões excessivas e pressupostos redundantes, de sonhos que voaram alto e se perderam na eternidade.

O Sr. Zé faz-me lembrar os velhotes que se sentam o dia todo na sua cadeira — possivelmente cada um tem a sua cadeira e não há muita coisa que possa ser apenas sua lá dentro — contemplando os repetitivos gestos do quotidiano das auxiliares que lhes dão de comer, os lavam, os deitam ao lado uns dos outros nos entardeceres transformados em noites. Ali, encostados na parede branca junto da grande e sonora televisão que eles nunca miram, querem lá eles saber da televisão, o olhar perde-se longe no vazio, na sombra da memória, na linha do chão, na espera. Em alguns é imensa a vacuidade, transborda indisfarçada no seu olhar triste, deixa-me inquieta, comovo-me e tento não pensar, preciso afastar dali a mente e a minha comoção, tento representar o meu papel, sou simpática, não sei que lhes dizer mais para além das frases feitas do costume, fico embaraçada enquanto sorrio e tento disfarçar o que sinto, porque me sinto falsa e eles querem lá saber das minhas perguntas “Gosta da comida, Sr. Manuel?” ou “Foi bom o almoço D. Joana?”, que eu sei que eles vivem para comer, é uma hora importante do dia a hora das refeições, é o seu ponto alto de manhãs e tardes quase sempre iguais, quase sempre na mesma cadeira em frente ou ao lado da grande televisão ignorada, quem dera gente na vez da televisão, as vozes estrepitosas dos filhos ou dos netos…visitas são bem poucas as dos meus amigos conformados e tristes, alguns, que outros há alegres, e de namoro novo, adoro esta parte da coisa, quando me contam que a D. Joaquina e o Sr. Francisco começaram a namoriscar lá no Lar e dão-se muito bem, passaram a viuvez de outro modo, que a maioria deixa de viver quando o companheiro morre porque parece-lhes mal que se divirtam as viúvas, são de antiga muito antiga geração, uma omnipresente e pesada lei costumeira impede-os de deixarem o preto do luto para voltarem a ir nas excursões, a colaborar nos preparativos das festas, a dançar no bailarico dos santos.

O Sr. Zé, no café, já choramingou enquanto eu escrevo, quando uma senhora dele se aproximou e ali ficou um pouco a conversar acerca da recente morte da sua esposa e sobre as suas noites passadas sozinho, mas deixe lá Sr. Zé não pense nisso, e fique em sua casa fique em sua casa enquanto puder, não deixe a casa Sr. Zé, está lá melhor ainda que sozinho, não lhe parece? Não pense muito nisso. Que o melhor é não pensar muito nisso, Sr. Zé.


sábado, julho 11, 2009

A Barca

quinta-feira, abril 09, 2009

I'm your man



A sala estava muito pouco povoada, espectadores novos lado a lado com espectadores menos novos, como me confirmou ter sido assim no concerto de 2008, uma colega a quem enviei o mail: hoje passa um documentário de Leonard Cohen no cineclube vou ao fim da tarde/ vais?/ sim, vou/ encontramo-nos lá então/obrigada por me avisares.

Recebo um beijo forte e demorado na bochecha, depois da sessão, estava grata por lhe ter enviado o mail. Deixou o filho com o marido e pisgou-se para ver “I’m Your Man”, onde cantarolou entusiasmada algumas das canções que encheram o ecrã, sentada na sala renovada, e asséptica do auditório.

Comovi-me quando Antony interpretou uma das eternas canções de Cohen, e com deleite acompanhei o olhar e singularidades do cantor, poeta, monge, filmado sobriamente, depois também me inebriei no fim, com Hallellujah, que me trás sempre à memória Jeff Buckley, a sua morte prematura e estúpida, a saudade do que é belo. As canções de Cohen são de facto belas, de fundo negro, mas iluminadas para nós. E vim para casa com vontade de comprar a discografia toda do homem, de ouvir Antony, mas, acabei por deixar “ a passar” Tudo Bons Rapazes, na rádio.

Sorri do tom desprendido e esgar irónico, quando Cohen desvaloriza a fama de ser “a lady’s man” por não encontrar eco nas dez mil noites passadas sozinho.

Ficou uma imagem de humildade do cantor, e um olhar de sábio sem pressas de viver. Mas aquilo que verdadeiramente me continua a emocionar, é escutá-lo, aquela voz que não é humana de tão intensa e funda, não me desencanta que não “saiba” cantar, delicia-me ouvir aquele tom arrastado, triste, contínuo, as palavras e a poesia, a escrita feita canção, e a voz, por deuses, a voz…

É isto que fica, não é?/ sabes?, só me lembrava da sala da minha amiga onde ouvíamos os vinis (do Cohen) do pai dela, dos encontros e conversas filosóficas, dos problemas de adolescente [sorrisos]/ os nossos olhares cruzam-se, transluzem e felizes estamos na despedida . Sim, é.

sábado, março 07, 2009

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"welcome to mali"


Amadou & Mariam, último álbum, algumas músicas produzidas e co-escritas por Damon Albarn que também toca alguns instrumentos. Precious..

segunda-feira, março 02, 2009

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JAPÃO

QUERO CEREJAS DE NEVE EM MINHAS
MÃOS PARA SENTIR
AS TUAS FOLHAS DE AMARELO
A TRANSBORDAR
QUERO UMA ÁRVORE
DE OUTONO MEL PARA SORRIR
QUANDO TU PASSAS
NO ECRÃ MAIS DEVAGAR
QUERO O TEU CHEIRO A TUA COR ALI
EM NOBRE TELA DE SILÊNCIO NU
COM TEU FINDAR


19/01/2009

da Suécia com amor

quinta-feira, fevereiro 12, 2009

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Good Fellas




Onde estão os nossos princípios? Onde reside a nossa virtude? O que é essencial para um homem ser mais que um homem, quando se torna absolutamente necessário?

Stauffenberg foi um oficial nazi descontente com o rumo que o seu país tomara nas mãos de Hitler, tornando-se adverso à ideologia dominante, comprometido por uma guerra que desejava não ver continuar e preocupado em limpar a imagem da sua pátria corrompida por valores que não eram mais os seus, amorais, imorais, embaraçosos. Teve a coragem de assumir uma posição contrária, juntamente com outros que com ele urdiram um plano para pôr termo à vida do Führer.

Escolher por boicotar e derrubar um regime como o nazi, foi concerteza uma opção difícil, complexa, corajosa. Um regime visceralmente hierarquizado e controlado, de homens submissos e desconfiados, silenciosos
, alguns genuinamente leais, outros habilmente persuadidos, outros ainda, inquietantemente fingidores. Encontrou determinação para, colocando a sua vida em risco, intentar contra a vida de Hitler e seus camaradas, e assim repor a dignidade de uma pátria enxovalhada aos olhos do mundo aliado.

Isto responde à questão inicial, se pensarmos que os princípios deste oficial, permaneceram quando deles necessitou para ser um homem, e não um rato.

Os valores de uma pátria conservadora mas guiada por elevados padrões de moral, de ética, sobretudo, terão condicionado a sua opção. Ser leal a estes princípios foi uma certeza num determinado momento da sua vida, da vida dos seus colegas de conluio, culminando na derradeira tentativa de matar Hitler, tomar o poder, aniquilar as SS, repor uma nova/velha ordem social e moral. Mostrar aos Aliados que nem toda a Alemanha pensava e agia do mesmo modo, foi acto de grande coragem, sem no entanto podermos afastar a hipótese de, na iminência de Normandia e estando cientes dela, também esse acto conter em si mesmo, o temor de represálias e sobretudo, da vergonha.

Aqueles aristocratas e oficiais, políticos e funcionários, foram concerteza mais homens que muitos homens que ainda hoje vamos vendo por aí…a fazer de homens, pois desconhecem a sua verdadeira identidade: sendo ratos.

terça-feira, dezembro 16, 2008

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quinta-feira, dezembro 11, 2008

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..amo-te banda sonora
#2


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Na berma

Apaixonou-se quando o sangue se esvaía do seu corpo, amparada nos braços dele.
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segunda-feira, dezembro 08, 2008

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fins de semana de 3 dias era para sempre

the dodos no music box ****
madagascar sem dobragem II ***1/2
h&m ***
chiado a qualquer hora ****
magusto caseiro com tripeiros *****
sofazar ****

domingo, novembro 30, 2008

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..amo-te banda sonora
#1
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sexta-feira, novembro 28, 2008