segunda-feira, março 31, 2014
quarta-feira, março 26, 2014
quinta-feira, março 20, 2014
terça-feira, março 18, 2014
Eu quero um vazio
que já existe
Nas entrelinhas de
nos pensar
Quero apenas a voz
A tua no meu ouvido
tu
E as tuas mãos
incisivas na minha anca
Aquela febre do
amanhecer não dormido.
Eu quero que
preenchas o meu rosto de suor e saliva
Todos os fluidos do
corpo que são sós
Entre nós
Os teus dentes na
minha pele e o teu exalar
Quero-te sôfrego na minha
nudez plácida.
Serias pleno e poeta
e azul
Como a cereja do
nome
Paradoxal
Como o que não sei
se temos se somos
Uma fome
Um enleio de luxúria
imensa e animal.
A tua poesia. Eu quero.
quinta-feira, março 13, 2014
terça-feira, março 11, 2014
segunda-feira, março 03, 2014
sábado, março 01, 2014
quarta-feira, fevereiro 26, 2014
terça-feira, fevereiro 18, 2014
segunda-feira, fevereiro 17, 2014
domingo, fevereiro 16, 2014
sábado, fevereiro 15, 2014
sexta-feira, fevereiro 14, 2014
quinta-feira, fevereiro 13, 2014
o dia seguinte
silêncios
incontornáveis
no seguinte dia revirou
a frágil paz
e vazio
agora ficou
o meu quarto, a sala, o tapete
para ter a madrugada cristã
o dia pagou
seu preço
e o tempo é de clausura
para que a despedida se faça sentida, daquele que não ficou
que a Primavera suceda a tempestade.
e um dia, a madrugada
carnal tentação
pecado, ou não
quiçá.
incontornáveis
no seguinte dia revirou
a frágil paz
e vazio
agora ficou
o meu quarto, a sala, o tapete
para ter a madrugada cristã
o dia pagou
seu preço
e o tempo é de clausura
para que a despedida se faça sentida, daquele que não ficou
que a Primavera suceda a tempestade.
e um dia, a madrugada
carnal tentação
pecado, ou não
quiçá.
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